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domingo, 31 de outubro de 2010

M. Shadows e Corey Taylor na Kerrang !!!

 A nova edição da Kerrang traz Matt Shadows e Corey Taylor na capa, e com materia exclusiva veja algumas fotos abaixo (clique na imagem para ver ela maior)
Stay(sic)

sábado, 12 de dezembro de 2009

5 anos sem um amigo chamado Dimebag



Cinco anos atrás, dia 8 de Dezembro de 2004, Corey Taylor e o Slipknot perderam um de seus melhores amigos. Darrel Lance Abbott, também conhecido como Dimebag foi assassinado enquanto tocava com a sua banda, Damageplan.

Corey Taylor:
"Eu perdi um grande amigo no dia do meu aniversário de 31 anos. Dimebag era o tipo de pessoa que você anda por 2 segundos e já sentia como se o conhecesse a vida toda. Ele fazia você rir, fazia você beber, mas acima de tudo, fazia você se sentir especial. Eu vou sentir muito a falta dele, mas nós temos sua música pra sempre."

Clown:
"É perturbador como o mundo é, a necessidade de subestimar o valor da vida. De toda a minha família (Slipknot) eu gostaria de dizer ao Vinnie e todos, como sentimos muito"

Paul:
"Ele vai fazer falta. Dime foi uma das primeiras pessoas que mostrou respeito pelo Slipknot como uma banda, e isso significou muito porque sempre o admiramos. Eu lembro de todo o tempo bom que eu pude passar com ele durante os anos, destruindo o Ritz Carlton, brincando de luta WWF com o Joey Jordison e o Bobby Tongs, ficando bêbados meia noite. Ele sempre esteve ali pro que eu precisei, me ajudou com os problemas e as lutas que eu tive na vida, sempre disposto a me escutar e me aconselhar. Ele era um bom amigo e eu vou sentir muito a falta dele. Meus sentimentos ao Vinnie, Rita e toda a família Abbott."
 Fonte:http://www.slipknotbr.com/

Crisknot: Deve ser SODA perde um amigo !!! Ah vo coloca o link do meu Blogsite ai de novo:http://sm-br.blogspot.com/ entrem lá pq a coisa ta feia RSRSRS. Ta dificil pra posta, e ainda tivemos problemas, mas não vamos para isso é só o começo !!! Stay(sic) e vlwwwww !!!!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Corey Taylor elege os 5 melhores álbuns de 2009




O site da revista britânica Metal Hammer postará todos os dias uma lista dos 5 melhores álbuns de 2009, segundo algum músico do mundo do metal. O primeiro desta série de posts é o vocalista do Stone Sour/Slipknot Corey Taylor.


Aqui estão os cds preferidos de Corey:
Alice In Chains – Black Gives Way To Blue
Pearl Jam – Backspacer
Slayer – World Painted Blood
Mastodon – Crack the Skye
Metallica – Death Magnetic


Sobre o Death Magnetic, disco do Metallica, Corey completa: "Eu sei que saiu ano passado, mas eu ainda não parei de escutar. Isso é trapaça?"
Crisknot: Trapaça HAHAHA soda.. lembrando que para fazer o DOWNLOAD do CD do METALLICA Temos ele aqui no Blog (apenas va em escolha.fica na lateral do blog e depois clique em download e vc vai ver o cd la)XD !

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Corey: "O novo Stone Sour virá bem mais obscuro, melódico e maduro"


No mundo super ocupado de Corey Taylor - o vocalista divide seu tempo entre o Slipknot, o Stone Sour e seu projeto solo - pula de um projeto para o outro rapidamente. Como o Slipknot encerrou a turnê no Halloween, é a vez do Stone Sour.

Enquanto Taylor diz que eles vão entrar no estúdio em Janeiro por dois ou três meses pra colocar o cd no lugar, o álbum já está sendo montado: "Nós já temos dez músicas escritas e mais quinze que estamos trabalhando. Quando não estou na estrada eu ainda estou trabalhando, eu nunca paro. E é muito bom, tudo o que estamos fazendo é muito, muito bom."

Mesmo com o álbum ainda no começo, Taylor já tem uma noção de como vai sair. "Posso dizer que o material é mais obscuro do que o 'Come What(ever) May', mas bem mais melódico, mais forte e bem mais maduro, as letras estao vindo com muita facilidade, e eu estou muito empolgado."

Falando de letras, com tantos projetos paralelos, como o Corey sabe que letra é de que banda? "Eu vou pelo instinto. Muita gente me pergunta isso e colocar 'Snuff' no Slipknot é um ótimo exemplo. Todo mundo fala que é uma música para o Stone Sour, e eu sempre respondi: Como você sabe? Eu escrevi a música, quem é você pra me dizer de que banda ela é?"

Mas as vezes a música facilita. "Tem muitas músicas que são simplesmente específicas. A maioria das minhas músicas do projeto solo não combinam com nenhuma das minhas bandas, é um rock mais simples. As coisas do Stone Sour são mais específicas, eu apenas sei o que é uma música do Slipknot, uma música do Stone Sour ou o que é uma música solo. Por sorte eu consigo diferenciar isso, mas se tem uma música que soa diferente e você quer usa-la com outra babnda, apenas precisa fazer isso com o coração. Eu nunca quero ter que colocar limites em nada"


Fotos do casamento de Corey são divulgadas no Facebook


Um amigo próximo de Corey Taylor postou em sua conta no site de relacionamentos Facebook algumas fotos da festa e cerimônia de casamento do vocalista do Slipknot/Stone Sour, realizada na última sexta-feira 13.

Obviamente, para visualizar o álbum, é necessário possuir uma conta no Facebook.

Clique aqui para acessar o álbum contendo as fotos.

sábado, 14 de novembro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Entrevista com Corey para o Straight.com



Em entrevista recente ao site Straight, Corey falou sobre seus projetos paralelos, o Slipknot, os fãs e a turnê do All Hope is Gone.

Slipknot: mais que mascarados e Maggots


Depois de testemunhar o poder do Slipknot, é quase impossível acreditar que a voz à frente da banda pertence a um maluco, conhecido pelos fãs como #8.

Provando que nem sempre você pode julgar uma pessoa pela sua performance no palco, Corey Taylor é tão normal quanto qualquer um, quando pega o telefone em sua casa em Los Angeles. Se você está procurando pelo cético que passou a última década falando que o mundo é um lugar horrível, veio ao lugar errado. Taylor tem uma explicação pelo seu jeito positivo.

"Eu acho que o Slipknot é melhor terapia que eu poderia ter na vida. Me permite continuar descobrindo coisas sobre mim sabe, coisas detalhadas e superar algumas delas, a loucura do Slipknot deixa que eu tenha uma certa humanidade na vida real"


Hoje em dia essa vida real não poderia ser melhor, principalmente quando você considera o passado de Taylor. Sem teto durante a adolescência, nas drogas e o alcoolismo, Corey hoje faz do trabalho o seu vício. Ele mostra que não é só Jack White que é um multi-tarefa no rock 'n roll, Taylor tem atualmente três projetos. No dia que nós ligamos, ele estava ocupado trabalhando em demos para o Stone Sour, que começou como um projeto paralelo e hoje é uma máquina de fazer hits. Corey também está trabalhando no Junk Beer Kidnap Band, que fez sua estréia duas semanas atrás, e ele mostra que o Corey tem uma sorte para estréias.

"Nós acabamos de fazer dois shows (Junk Beer Kidnap Band) na Costa Oeste e foram muito divertidos. Eu gosto de subir no palco e fazer o meu trabalho eu escrevo tantos tipos diferentes de música que as vezes não tenho como mostrar pro mundo, e isso me limita muito. Escrever é o que eu mais gosto de fazer, não tem muitos motivos extraordinários a não ser mostrar a música pra todo mundo. Como um compositor eu sempre estou tentando achar um jeito de quebrar as barreiras daquilo que eu conheço, ao invés de voltar apenas naquilo que me deixa confortável."


Essa filosofia também se extende pro Slipknot. Quando Corey e seus companheiros mascarados se apresentaram em Iowa no show de estréia do primeiro álbum, eles tinham um jeito de metal industrial, cada musica com uma raiva indefinida. Ao invés de fazer o mesmo álbum e cair na rotina, o Slipknot inovou. Quando você achava que a banda não era capaz de nada além de músicas pesadas, elas lançaram "Vermilion" no álbum de 2001 "Vol. 3: The Subliminal Verses".

O Slipknot fez seu álbum mais artístico em 2008 com o "All Hope is Gone" com os sucessos "Sulfur" e "Dead Memories". Algo que nem os produtores mais malucos imaginavam que ia acontecer na volta do Slipknot. A música ficou em primeiro lugar, algo que deixou Corey muito feliz.

"Profissionalmente eu não poderia ficar mais feliz do que estou com tudo que a gente conseguiu nessa turnê. Nosso álbum ficou em primeiro lugar pelo mundo e com o single em primeiro lugar também, quantas bandas conseguem isso? E quantas bandas conseguem após 10 anos?"


O mais impressionante sobre o lugar que o Slipknot está hoje, é como eles conseguiram manter um lado no underground e outro na mídia. Os lendários shows da banda são uma prova disso. "Vermilion" pode atrair os fãs mais sossegados, enquanto os Maggots deixam claro que amam o Slipknot hoje do mesmo jeito que amavam no começo da banda. Nada pode descrever os espetáculos quase teatrais da banda, não faria justiça. Enquanto o Slipknot destrói tudo que eles enxergam - com alguns integrantes usando tacos de baseball - os maggots, em nome da diversão claro, adoram fazer o mesmo na platéia.

Taylor tem uma idéia do que manteve esses fãs tão devotos ao Slipknot no passar dos anos, e não é só porque ele é um cara legal.

"Muitas bandas estão dispostas a se vender pra conseguir o que querem, financeiramente eu digo. Muitas bandas destruiriam a base da sua carreira só pra conseguir um pouco mais, e isso é triste. Para mim, a melhor coisa de ter os pés em dois mundos diferentes, é que nós nunca deixamos os fãs originais pra trás. Nós nunca os vendemos, nós os levamos conosco. E assim nós mostramos respeito com eles. Foram eles que continuaram com a gente quando as coisas estavam ruins, quando ninguém mais deu uma chance."

Corey assume o controle na Rock 101 KUFO


Recentemente, CoreyTaylor fez uma longa participação num programa da rádio ROCK 101 KUFO e o Slipknotbr reuniu um apanhado dos melhores momentos desse papo divertido.

Rock 101 KUFO, estamos aqui no Cort and Fatboy com Corey Taylor.

CT: E aí cara. Eu to me sentindo como um DJ de Jazz lento aqui. “Tocarei para vocês 2 horas de minha música lentinha.”

Então, você está na cidade hoje pra tocar num grande show com o Deftones.

CT: Sim.

E você está aqui pra tomar conta da rádio... e tenho algo pra te perguntar. Eu vi a sua playlist. E pela imagem do Slikpnot, e a sua, eu acho que ninguém nunca assimilaria isso com você. Ninguém diria que essa playlist é sua.

CT: Isso só te mostra o quanto as pessoas realmente sabem sobre mim. Toda hora que eu faço algo assim, sempre tem muita coisa que o pessoal pode esperar ouvir, mas também tem muita coisa que não... então eu sempre penso, ‘vamos ver até onde eu posso ir com tudo isso’.

E também não é assim, um cara que faz certo tipo de música só escuta o mesmo tipo de música. Ele obviamente escuta outros estilos!

CT: Sim! E eu sempre tento deixar isso bem claro. Eu não vivo no porão da minha avó ouvindo Slayer o tempo todo.

Pois é. E então, vamos direto ao ponto?

CT: Sim, é claro! Então pra começar... Essa se chama ‘Check My Brain’, do Alice In Chains. Na verdade, saia e vá comprar esse CD! É muito bom, e esse riff é muito foda. Ano passado me mostraram as demos desse CD e eu fiquei pasmo. É muito bom!

Soa bastante com algo novo mas também soa muito com um CD que foi feito em 97.

CT: Exatamente. E não é somente esse CD, mas eles tocando ao vivo também, meu Deus. Nós fizemos alguns shows com eles na Europa. E eu tava assistindo, me sentindo com 12 anos denovo. E também eu estive em turnê com eles no Stone Sour. Eu conheci o Jerry, foi demais.
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CT: Thundarr the Barbarian era um dos desenhos da minha época de criança que eu sinto mais falta. Era muito besta. Mas ao mesmo tempo era demais. Oh, me desculpe.

Não, não precisa pedir desculpas por estar falando do desenho Thundarr the Barbarian, de jeito nenhum. Estamos falando de Hanna-Barbera, né.

CT: E falando em desenhos, o ‘Homem Aranha e seus amigos demais; volume 2’ é muito difícil de achar.

Eu nem sabia que isso existia.

CT: Nem acredito que to conversando sobre isso. Tem um também que o Homem aranha, o Firestar, e o Homem de Gelo são seqüestrados, com o Capitão América e o Dr. Estranho. Eu tenho umas figurinhas também. Mexicanas. Que são difíceis de achar.

Caramba.

CT: É eu tenho muita coisa de nerd. Na verdade, agora no final dessa turnê eu peguei todos os meus gibis pra organizar. Eles tavam todos jogados numas caixas, fora de ordem alfabética... eu tava ficando doido já. Demorou dois dias pra arrumar.

E você tem quantos?

CT: Muitos. Pra você ter uma noção tenho mais ou menos umas 16 caixas com coisas desse tipo. Devem ter mais umas quatro ou cinco caixas perdidas, sem contar as minhas estantes de livros.

Meu Deus!

CT: Eu devo ter umas 20 versões diferentes do ‘The Dark Man Returns’. Tenho a 1ª, 2ª, 3ª e a 4ª edição. Até hoje não sei porquê!

E o que diferencia uma da outra?

CT: Só a capa. Eu tenho versões raras de algumas edições. Eu até tinha me esquecido que tinha... É eu tenho umas coisas obscuras.

Você nunca se interessou em entrar na trilha sonora, essas coisas de alguns dos filmes de super heróis? O Tom Morello participou do Homem de Ferro.

CT: Eu e o Tom Morello somos meio amigos e quando eu vi o Homem de Ferro fiquei tipo ‘Ah olha o que você conseguiu! Eu te vi no Homem de Ferro, caramba! Eu odeio a sua cara!’ (risos)

E agora dando continuação a playlist, vamos com o The Hooters.

CT: Os Hooters fazem com que a Dave Matthews Band seja uma merda. Pronto, falei!

E essa música é muito boa!

CT: Eu sei! É o tipo de música que eu chamo de junk food. Mas é muito boa.

Com que freqüência essa música toca no seu iPod?

CT: Muitas vezes, muitas vezes. Eu faço as playlists mais ridículas.

E pras pessoas que não ouviram a nossa conversa, estávamos falando de gibis, e Homem Aranha.

CT: Nada mais do que coisas boas de nerd. Mas podia ser pior, a gente podia ta falando de World of Warcraft.

Você não curte vídeo-game?

CT: Não, não mesmo. Mas todos os meus amigos de casa sim. Não sou um cara muito de vídeo-game mas eu sou muito viciado em Tiger Woods (jogo de golf). E eu sou muito bom nele. Mas isso é porque eu sempre vou direto no nível mais difícil, é assim que eu alcanço meu status.

E vocês da banda matam o tempo assim no ônibus?

CT: Antigamente sim. Na verdade, depende da época em que a banda se encontra. Na época do Vol. 3 eu joguei tanto Tiger Woods que fiquei com calo dos dois dedões das mãos. Puta raiva.

Eu imagino.

CT: Eu subi no palco naquela noite dizendo ‘Eu odeio todos vocês!’ (risos)

Então, vamos continuar com a playlist.

CT: Oh, agora vocês são pessoas de sorte, meus amigos. Senhoras e senhores, eu lhes dou uma das melhores músicas dos anos 80/90, ‘You’re In Love’ do Ratt. Com dois T’s, meu povo!

Você ta interessado em receber ligações?

CT: (risos) É claro! Isso pode ser engraçado.

Ok, então vamos lá. KUFO, alguém na linha?

Ligação: E aí, o Corey Taylor ta no estúdio?

Sim, ele ta sentado aqui do meu lado.

Ligação: E aí cara, eu sou um grande fã seu.

CT: Valeu, cara. E aí como vai?

Ligação: Eu to bem, e to trabalhando. Mas então, eu tava no Japão quando você foi pra lá com o Stone Sour... Mas, tirando o fato de que vocês jogam bastante Tiger Woods, o que mais vocês costumam fazer quando estão em turnê? Vocês costumam sair?

CT: Bom, eu pelo menos faço o meu trabalho de Pai. Meu filho ta com 7 anos, usando óculos, perdeu os dois dentes da frente, então eu faço o meu trabalho de impedi-lo de pular do telhado e se matar.

Ligação: (risos) Foi bom falar com você, cara. Eu sou um puta fã.

CT: Valeu cara.

Mas então, você mencionou que tem um filho. Como funciona isso, ele sai em turnê junto com você ou fica em casa?

CT: As vezes ele viaja pra assistir alguns shows, mas ele não fica a turnê toda comigo desde que tem 2 anos. Ele foi no Ozzfest de 2004. Eu convenci a minha ex-mulher e nós trouxemos as crianças pra turnê, foi bem divertido. Mas agora ele ta na escola. E é muito mais importante pra mim que ele continue nessa rotina. Ele sabe qual é o meu trabalho, e é uma droga que eu não possa passar muito tempo com ele, mas ele sabe que eu to sempre voltando pra casa.

E qual é a reação dele quando ele vai nos teus shows, e vê as máscaras, e etc?

CT: Oh ele adora. Ele quase dá um show por si só. No canto escondido do palco ele fica fazendo headbang, tocando guitarra aérea, e toda vez que o público grita ele fica tipo “Yeah! Valeu!!” Esse é o meu garoto. E eu sempre digo, ‘Você não vai fazer isso. Você vai ser um advogado!’

Ele já tocou guitarra?

CT: Ele costuma tentar. As vezes eu pego ele na bateria tentando tocar umas coisas, batendo nas caixas, cantando e gritando ‘É MEU ANIVERSÁRIO!’, é muito legal.

...

Após escolher mais algumas músicas, Taylor decide tocar uma do Pearl Jam e diz que demorou muito tempo para começar a gostar do álbum deles e também para descobrir que continha um dos melhores singles de rock de todos os tempos. Ele e o locutor concordam que é normal você demorar para começar a ouvir um álbum inteiro e o vocalista diz:

CT: As vezes você não gosta de uma musica de primeira, mas depois que você vai ouvindo, e de repente, do nada, você começa a adorar aquela musica. São os chamados "momentos heróicos", quando uma música boa se transforma numa música ótima.

No restante da entrevista, Corey ainda contou várias histórias engraçadas, como a de seus profundos sentimentos sobre Dave Ghrol:

CT: Eu liguei pro Dave Ghrol durante uma turnê com o Slipknot, eu tava indo da minha casa pra Kansas City, o carro estava cheio de amigos, nós estávamos escutando as músicas dele e eu pensei: Tenho que ligar pra ele! Daí liguei e gritei: "DAVE GHROOOOOL, aqui é o Corey Taylor! Por favor, me liga de volta, eu adoro sua cara!".
Ah! E na outra noite liguei pro Mark McGrath, eu não tava drogado nem nada, mas foi assim: "Mark McGrath... Corey taylor. Eu sei que você tem estado ocupado, mas nós poderiamos ir ao RSVP juntos e tal. A mensagem durou uns três minutos e enquanto isso, ao fundo, eles estavam no palco e começaram a tocar Every Morning e eu disse: Você tá ouvindo isso, Mark? É você!" Depois ele me ligou de volta e deixou um recado rindo muito e dizendo que ia guardar aquela mensagem pra sempre. E se ele não a colocar pra abrir o próximo album do Sugar Ray eu vou ficar puto! Mas sério, ele é um dos caras mais legais que eu já conheci! Canta muito bem e tem uma presença de palco fantástica; eu queria muito tocar junto com ele, e talvez até façamos isso, tipo um especial da MTV ou algo assim, seria demais.

O #8 ainda confessou ser viciado em frango, e comentou:

CT: Se você pudesse ir para a cadeia por comer frango, eu seria sentenciado à prisão perpétua.

No finalzinho da entrevista, ao ser perguntado sobre o show que o Slipknot faria, naquela noite, junto com o Deftones, disse:

CT: "Eu estou muito excitado e suando por locais do corpo que nem existem direito."

Logo em seguida, o locutor diz que, após esté comentário, a noiva de Corey estava olhando pra ele com um sério olhar de reprovação. Ele ri, e diz que isto acontece o tempo todo.

Taylor e sua noiva, Steph, se casarão no dia 13 de Novembro deste ano. Fique ligado no site para saber mais sobre esse e outros assuntos ligados ao Slipknot.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Corey Taylor participa de programa americano de rádio



Na última terça-feira, 13 de Outubro, Corey Taylor assumiu o controle do programa "Cort and Fatboy" da rádio Rock 101 KUFO, de Portland, EUA. Corey escolheu as músicas que tocaram das 15:00h às 16:15.

Além de atacar de DJ, o #8 falou sobre sua extensa coleção de quadrinhos, suas preferências no karaokê, seu gosto por frango, suas habilidades em vídeo-games, sua opinião sobre o estado do rock atual e sobre seus mais profundos sentimentos por Dave Grohl (vocalista do Foo Fighters).

Aqui está a lista de músicas que Corey escolheu pra tocar na rádio no intervalo de sua participação:

"Check My Brain" - Alice in Chains
"And We Danced" - The Hooters
"You're In Love" - RATT
"Jessie's Girl" - Rick Springfield
"Snuff" - Slipknot
"Beat It" - Michael Jackson
"Pennyroyal Tea" - Nirvana
"Monkeywrench" - Foo Fighters
"State of Love and Trust" - Pearl Jam
"Sex on Fire" - Kings of Leon
"Know Your Enemy" - Green Day
"Your Love" - The Outfield

O audio desta entrevista pode ser baixado e ouvido clicando aqui.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ARTISTdirect entrevista Corey Taylor


Corey Taylor, em entrevista recente para Rick Florino do ARTISTdirect.com, num dia ensolarado em San Fernando Valley, fala sobre os últimos festivais do Slipknot no ano, sobre o poder positivo do metal, os estalidos de horror favoritos de Corey, entre outras coisas.

Confira abaixo a tradução do divertido papo entre os dois:

Foi muito divertido ver você no palco com o The Junk Beer Kidnap Band com Steel Panther. Havia muita liberdade no palco, e sentia como se você estivesse em casa tocando essas músicas. Ao mesmo tempo, as letras pra “Kansas” são bem pessoas. Você se sente como se estivesse tendo mais introspectiva com suas composições?

Corey: Um pouco! Muitas pessoas não percebem que eu escrevo toneladas de coisas de qualquer jeito. Eu escrevo músicas como “Kansas” desde que eu tinha 12 anos de idade. Está chegando ao ponto que eu tenho que pegar essas músicas lá fora. Se eu me sufocar, eu não vou ser capaz de viver e respirar isso. Eu não posso ser apenas o cara raivoso no Slipknot ou o cara sombrio no Stone Sour. As pessoas têm que ouvir as outras músicas porque é uma grande parte da história. Até onde as letras vão, é simplesmente uma dessas músicas padrões, otimistas de amor. Se as pessoas não podem aguentar isso, então eles não conseguem me ter começando. Eu não me preocupo mesmo com isso. Eu acho que as letras são exatamente o que eles precisam para ser uma música. Se eu estivesse tocando algum teclado e eu estivesse cantando, “Eu sou sombrio, e eu tenho que ser vadio,” não viria fora do real. [Risadas].

Como você está mais velho, se torna mais fácil de filtrar através da escuridão?
Corey: Ah sim, com certeza! Você pode compartimentalizar um pouco melhor. Você não se afia apenas em uma coisa e sente como se isso te definisse. Eu conheço muitos caras que ficam apenas em uma dimensão porque eles apenas existem naquele plano. Apesar de ficar mais velho, você sente mais como se conseguisse entender a você mesmo – você conhece suas limitações, limites e você sabe o quão longe você agarrar isso. A escuridão vem quando você percebe que há muitas linhas que você pode atravessar. É realmente isso até onde vem. Quanto mais você se conhece, mais você chega lá. Eu acho que é por isso que fica mais fácil pra mim fazer aquilo.

Com o Junk Beer Kidnap Band, as pessoas tem mais de você na música. Eles tem a oportunidade de experimentar cada face de você – o pai, o sozinho, o artista, o músico e tudo o mais. É isso que você quer que as pessoas vejam?

Corey: Definitivamente… ninguém é apenas de um jeito. Todo mundo tem várias faces e várias dimensões. Eu não quero ser aquele pedaço de papelão de estrela do rock. Eu nunca quis e nunca vou querer. Eu quero ser o cara que quer ter tudo isso. Eu quero ser David Bowie. Eu quero ser Trent Reznor. São essas as coisas que eu me aspirei em ser. No fim do dia, eu somente quero ser um grande compositor que não tem medo quando isso se torna naquelas coisas. Quanto mais velho eu fico, melhor minhas composições ficam – mais riscos eu tomo e digo mais do que eu já disse no passado.


Eu cresci com vocês. Eu tinha 14 anos quando o primeiro cd saiu.

Corey: Oh meu Deus, vocês estão me matando. (Risos)

É fácil sentir coisas quando se ouve as músicas que você escreve. Sua música me inspira, e essa é a única razão deu ter meus próprios livros agora. É gratificante ver fãs inspirados a criar, por causa da sua música?Corey: Totalmente! Eu devo ser um dos poucos caras no ramo que tentaram encorajar os fãs a serem eles mesmos e a alcançar o que puderem. Eu conheço muitos caras que só querem fazer cena e dizer “É, eu sou drogado, a vida é uma merda e compre meu álbum”. Cara, dane-se! Você tem o público, você tem o lugar, fale alguma coisa real. Não custa nada chegar em frente de um monte de adolescentes numa escola e dizer “Vocês podem ser tudo aquilo que vocês quiserem!”; e eu venho dizendo isso desde o primeiro dia. É um reforço positivo, um reforço prático. Se você se esforça, pode fazer qualquer coisa. Você é o exemplo perfeito, estou sentado aqui com uma cópia do seu livro e eu não poderia estar mais feliz por você, entende?

Obrigado! Sua mensagem, com o Slipknot, é extremamente poderosa, os garotos podem tirar algo positivo de tudo que você diz no palco. Quando você pode passar alguma coisa que as pessoas possam pegar e transformar em algo delas mesmas, essa é a marca de um artista de verdade.
Corey: Bom, é a honestidade. Eu conheço um monte de caras que ficam muito hip-hip-hooray e no final é falso. Minha mensagem sempre foi “você pode ser o que quiser, mas tem que trabalhar pra isso”. Um homem é tão forte quanto os fracassos que o fizeram chegar onde ele está. Pra mim, um fracasso é um triunfo mal direcionado; você tem que aprender com tudo, então um fracasso não é um fracasso. Você só falha se isso o impede de crescer; se você continuar indo, então você não perdeu nada.

Essa é a mentalidade que os jovens precisam ter hoje em dia. Somos uma geração de divórcios, problemas com drogas, alcoolismo e pais solteiros... Corey: E pais ausentes...

Os jovens precisam de algo em que acreditar, e você tem dado isso pra eles com cada música sua.Corey: Eu espero, cara. Eu me lembro de querer muito isso quando era mais novo; nós não tivemos muito disso, muitas bandas estavam tão ocupadas com elas mesmas e realmente queriam passar a idéia de “Ei, esse estilo de vida é fantástico e eu preciso vivê-lo!”, ou era o extremo oposto, eles diziam “Oh, esse estilo de vida é péssimo, é tão terrível, é péssimo.”

Você era um David Lee Roth ou um Kurt Cobain.
Corey: Exatamente! E eu ficava vendo os dois lados, pensando: “Tem que ter um meio termo” e felizmente, eu o encontrei. Eu não tinha medo de dizer nada, mesmo quando as pessoas me diziam “Você não pode falar assim”, eu dizia “por que não?”, “ninguém fala assim” e eu “só por que ninguém fala, significa que eu não posso falar? Dane-se! Pra tudo tem uma primeira vez”. Sempre tentei encorajar a todos a ser o que quisessem. É como você disse – nos dias de hoje, quando pais “normais” podem ser o mais anormais possível, de onde você vai tirar isso? Com certeza não dos professores e nem dos seus amigos, por que eles estão tão fodidos como você. Se seus pais te ensinarem, Deus te abençoe, por que muitos outros não aprenderão assim. Por que então não ser esse cara? Não sair e dizer que as pessoas têm potencial? Atualmente, a esperança é perdida tão facilmente quanto dinheiro.

No seu show no Fangoria "Trinity of Terrors", no Halloween, você vai estar convivendo com muitos tipos de cultura – filmes de terror, heavy metal e arte dark. Quão empolgante é isso?
Corey: Eu estou super empolgado! Você me conhece, sou um viciado em horror, quadrinhos e action figures. Quando eu vi a lista das pessoas que iriam participar do Fangoria, eu fiquei maluco! Nós temos todo mundo, de Richard Christy do Death a Tom Savini, e teremos também Fairuza Balk e Malcolm McDowell! Estou no céu dos viciados agora! Tem alguns filmes muito bons que vão passar, tenho falado do The Fourth Kind há um mês, o filme é fantástico. House of the Devil vai ser muito legal. Dead Air parece fantástico, algo muito especial e que nunca foi feito em Las Vegas. Esperamos que seja uma das maiores coisas já feitas pelo Fangoria e por nós mesmos. Nós estaremos tocando no Halloween, é vitória na certa!

O "Trinity of Terrors" permite aos fãs imergirem em múltiplas facetas da cultura. Ele mostra que você pode ser parte da indústria do entretenimento de muitas maneiras.
Corey: Você pode ser o que quiser. Eu sou prova viva. Só o fato de eu ter uma carreira deveria provar que tudo é possível.

eram seus filmes de terror preferidos quando estava crescendo?
Corey: Todos os clássicos, como Halloween e o Night of The Living Dead (original)... Eu não era muito fã de filmes como Nightmare on Elm Street, mas eu assisti por que eram legais. Eu amo tudo que vai dos clássicos aos momentos, em certos filmes, que me assustaram até o último. Tem um momento no Exorcista III que, de verdade, me assustou tanto que eu tive que ir embora da casa do meu amigo.

Sério?
Corey: Eu tive que ir pra casa! Não consegui aguentar, eu enlouqueci, não deu. Foi uma daquelas coisas que eu não esperava que acontecesse, então quando aconteceu eu me enchi e fui embora. Eu não aguentei. Eu sempre achei que aquele horror e metal era um par perfeito. Eu lembro de quando estava na casa do Josh Rand (guitarrista do Stone Sour) e a gente se conhece desde criança, eu estava dormindo no chão dele porque tinha sido despejado. Ele tinha comprado o vinil do Slayer "Hell Awaits", enquanto nós ouvíamos ele disse "Olha isso!" Sabe no começo do Hell Awaits quando tem aquelas mensagens subliminares? Nós tocamos ao contrário e dizia "Junte-se nós, Junte-se a nós, Junte-se a nós" e eu fiquei impressionado e com arrepios só de pensar. Eu tive que ir comprar cigarros às duas da manhã, e fiquei com aquele "Junte-se nós, Junte-se a nós, Junte-se a nós" na cabeça e fiquei assustado cara! Momentos assim são perfeitos pra filmes, bobos ou não, tipo "Trick Or Treat". Eu amo aquele filme! Foi um filme fantástico. "From Dust Till Dawn" é um dos meus preferidos de todos os tempos, de todos os gêneros! "Eles parecem psicopatas? É isso que eles parecem? Eles eram vampiros! Psicopatas não explodem quando a luz do sol os atinge! Não me importa o quanto são malucos!" (Risos) As melhores frases do planeta estão nesse filme.

A abertura daquele filme no posto de gasolina foi incrível também!
Corey: Genial cara! Tom Savini é o "Sex Machine." Eu adorei!

E o Tom vai estar no "Trinity of Terrors" vendo o Slipknot
Corey: Eu estou muito feliz! Mal posso esperar. Espero que possa conhece-lo, vai ter tanta gente legal lá. Chris Jericho do WWE (World Wrestling Entertainment) vai estar lá na sexta feira; Eu sou um nerd com essas coisas, toda noite eu vou dormir com um sorriso no rosto, mal posso esperar!

Me fale sobre o Smokeout Festival do Cypress Hill, que é no fim de semana anterior ao "Trinity of Terrors"
Corey: Dá ultima vez que alguém fez aquilo além do Cypress, foi o Snoop Dog. Isso é novo pra gente. Recebemos o convite e é uma coisa diferente. Você pode não imaginar o Slipknot no Smokeout. Nós não temos muitos fãs que fumam maconha (Risos). Nós não gritamos "Drogas!". Mas acho muito legal, acho que vai juntar muita gente legal, e o Cypress é muto bom.

É um evento que reúne culturas diferentes, similar os festivais dos anos 60. O Smokeout e o Trinity of Terror não são tão diferentes assim.
Corey: Exatamente! Eu conheço o B Real e o Sen Dog faz muito tempo. O Deftones vai estar lá também e vai fazer parte disso com a gente. Eu estou muito feliz sobre isso! Me sinto muito bem, só temos três semanas até o próximo show, então vamos ver o que acontece.

Se sua vida fosse um filme, qual seria?
Corey: Gummo! Esse seria meu filme - pelo menos os primeiros quinze anos da minha vida seriam assim. Eu não posso ver esse filme, eu assisti durante um mês inteiro quando estávamos gravando o primeiro álbum do Slipknot porque tinha acabado de sair, e não posso assistir de novo, me assusta. Você não imagina como aquilo reflete o jeito que eu cresci em Waterloo, Iowa - brutal. Então eu não posso ver. Nunca atirei em uma galinha com uma arma ou coisas do tipo, mas todas as pessoas naquele filme, parecem com alguém que eu conheço. A maioria delas está morta, então é difícil pra mim assistir. Minha vida agora... não sei que filme seria. Espero que meu filme termine como o The Dark Knight, bom, talvez não como o The Dark Knight. O que é algo muito legal?

Gigle!
Corey: Ok, então vai ser esse. Eu vou ser o Ben Affleck, e você vai ser a J. Lo?

Claro
Corey: Rick...

Eles tem que te colocar no filme Preacher!
Corey: Sério? Eu faria, pode acreditar. Eu adoraria fazer o papel de Cassidy - ou raspar minha cabeça e ser o Herr Starr. Adoraria ser o vilão porque poderia ter aquele olho de vidro super legal. Obviamente eu poderia usar os chapéus. Isso seria muito legal! Adoraria ser aquele cara. Eu poderia ter meu calibre 357 e falar "Doom cock, doom cock!" Vocês precisam ler os quadrinhos crianças! Preacher é o melhor quadrinho de todos!

O melhor!
Corey: Depois do Transmetropolitan! Se eles fizerem um filme dele, eu quero ser o Spider Jerusalem!

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domingo, 13 de setembro de 2009

Metal Hammer Podcast: Entrevista com Corey Taylor



Você pode ouvir o podcast completo aqui, ou baixar apenas a entrevista do Corey nesse link.


Quando você começou a escrever o álbum, você sentiu que estava fazendo um álbum que ia ser clássico no metal? Você pensou nisso?

Pra falar a verdade não, a gente nunca pensou tão longe assim, sabíamos que queríamos ser o melhor que a gente pudesse, mas naquela época você precisa entender que todas aquelas letras foram escritas dentro do sex shop, entre duas e seis da manhã, então eu estava meio estranho, tomava várias jarras de café e essas coisas pra começar, a gente queria muito que desse certo, sabíamos muito antes de muita gente que conseguir um contrato era apenas o primeiro passo sabe? Conseguir o contrato e fazer o álbum era só o primeiro passo. Você precisa sair e fazer aquilo acontecer, e nós terminamos o álbum e foi muito divertido, não teve pressão nenhuma, ninguém ficou falando "eles vão ser o próximo sucesso", ninguém falou isso pra gente, mas ninguém ligou, só queríamos fazer isso logo e foi uma época ótima, provavelmente foi quando eu mais me diverti fazendo um álbum pra ser honesto, a gente se encontrava todo dia pra fazer música era feroz e a gente se dedicava, era a primeira vez que a gente fazia um álbum como aquele, aí nós terminamos e eu voltei ao trabalho, trabalhei normalmente durante 4 meses e pensava "eu realmente consegui um contrato? isso não parece certo"

E como foi voltar ao trabalho e ver o álbum pronto?

Eu lembro que tinha gente no meu trabalho que falava "você não assinou nada cara, você sumiu por três meses e ai voltou falando que tinha contrato" e eu jurava por Deus que tinha um álbum quase saindo, dia 29 de junho, eu prometo. Eu lembro que peguei o single em fita cassete que tinha "Surfacing" e "Spit it Out" e falava "Viram? viram? HAHA, eu falei!" e as pessoas falaram que eu tinha feito aquela fita e eu pensei "Meu Deus, nãããão!" Foi só no Ozzfest de 1999 que aquilo começou a parecer real mesmo, não pareceu real nem na primeira vez que a gente subiu no palco, no ônibus (porque demoramos alguns dias pra chegar lá) e a gente estava no ônibus sem fazer nada e eu pensava "isso realmente esta acontecendo? nós vamos aparecer lá e mudar tudo" e no primeiro show em West Palm Beach, nós vimos as pessoas correndo de cima do morro e a gente pensou "é aqui que começa, nós estamos prontos." Esses foram os primeiros passos, a gente se entregou à isso sem ter nenhuma idéia do que ia acontecer.

Eu tinha dezesseis anos quando aquele CD saiu, e era um CD que você tinha que prestar atenção.

Eu estou velho.. estou tão velho, me mate. As pessoas iam prestar atenção de qualquer maneira tipo: você é bonito, eu te amo. Nós sabíamos que tínhamos algo, mas a gente não sabia o que era, que seriamos importantes mas o sucesso é relativo, a maioria das nossas bandas preferidas são desconhecidas, eles não fazem sucesso, pelo menos não financeiramente, e a gente estava preparado pra isso. A gente ia fazer isso e as pessoas iam ter que aceitar, e a gente ficava maior a cada show, eu me lembro que no fim da turnê do Coal Chamber, ninguém levava a gente pra fazer turnê, então eu pensei "Fazer o que? vamos tocar sozinhos", porque era muito importante pra gente, não era pelo dinheiro e essas coisas, era pelo prazer, e é por isso que a gente fazia turnês incansáveis como a gente fez no primeiro álbum, mas o sucessor era na verdade assustador, eu lembro que peguei um cheque pelo show e fiquei impressionado tipo "eles vão em pagar pra fazer isso?" Eu lembro que vivia de 20 dólares por semana na época do Ozzfest e vivia comendo miojo. Não toquem no meu miojo, não olhem pro meu miojo! Esses é o MEU miojo, ouviu? É meu. Era assim sabe? Isso veio do nada, como eu disse, a gente sabia que ia ser famoso mas de um jeito totalmente diferente, por outro lado a gente ficou meio assustado, foi estranho.

E como eram as turnês? Como era a sensação no backstage entre vocês e essas coisas?

Vou colocar dessa maneira: ainda tem manhãs que eu acordo e não consigo dobrar os joelhos direito, e eu xingo todos os integrantes do Slipknot, eu consigo sentir a gordura das minhas costas sabe? O que as pessoas não enxergam, são as coisas mais malucas. Se você acha que era ruim no palco, você devia ter visto os bastidores, eu me lembro de ficar sentado no camarim na Alemanha e era meio dia, não tinha ninguém além da nossa equipe e a gente estava dando choques uns nos outros com tazers, sério, isso é verdade e tem vídeo disso. Nós estávamos muito entediados e começamos a ver quem aguentava mais. O negócio era gigante, parecia um monstro e a gente cronometrava pra ver quantos segundos conseguia aguentar, isso mostra como a gente era maluco.

Quando vocês começaram com essas coisas?

Isso começou antes mesmo da gente assinar um contrato, nós damos um abraço em grupo antes de cada show e alguém tinha uma moeda e a gente jogava e era sempre o Sid ou o Clown, raramente eu era envolvido nisso, mas quando eu participava eu perdia sempre e tomava um soco na cara, então eu entrava no palco com uma concussão do tipo "Quem sou eu?" e eu tentava fazer o show rodando a cabeça e coisas do tipo, era loucura, e você olhava pro lado o Sid e o Clown estavam se socando, do outro lado o Mick estava se masturbando bem na nossa frente, e eu pensava "o que eu fiz com a minha vida?" mas era isso, estávamos tão famintos por isso que a gente nem ligava, era tudo engraçado pra gente, só foi ficar mais sério e "ruim" quando as pessoas de foram começaram a se envolver.

Preciso perguntar sobre a história do show de Londres, aquela foi a última vez que eu entrei em um bate-cabeça, desde a grade até o bar, foi uma loucura. Como foi pra você ver isso do palco?

Aqui foi... fantástico. Nós voamos para a Europa no dia depois do meu aniversário em 1999, e antes disso nós fizemos um show e tocamos com o Anthrax, foi a primeira vez que conhecíamos os caras e nós saímos juntos e foi demais. E acordamos no dia seguinte e já fomos pra Inglaterra e fizemos o show, acho que foi nosso 10º ou 11º show, ninguém teve muito tempo pra se acostumar, todo mundo tinha ficado acordado até as 4 da manhã, então fazer o Astoria e ouvir como as pessoas estavam esperando por isso, nós não acreditamos. Esavamos muito nervosos, era o nosso primeiro show internacional e já somos neuróticos normalmente, e começamos a brigar tipo "é bom você tocar direito!" e coisas assim, nós tínhamos uns 25 anos, eramos crianças, ainda eramos muito jovens. E nós nos pressionamos tanto que esquecemos de aproveitar sabe? Então eu não tenho muitas lembranças disso, porque eu estava muito focado em ter certeza que estava fazendo o meu melhor porque era o primeiro show do Slipknot então eu tenho poucas recordações disso, mas também não me recordo muito de muitos shows naquela turnê. Eu lembro das coisas que aconteceram entre os shows mas não muito, porque eu estava tão focado em ir lá e tocar, tocar e tocar sabe? Eu mal bebi naquela turnê, eu estava muito dedicado e queria ter certeza que nós íamos ser o melhor possível.

Como você classifica o melhor show dessa turnê?

Essa é uma ótima pergunta. Obviamente o show do Astoria. Porque depois foi ótimo, conhecer os fãs e ver o show da Björk. A Björk estava lá, ela subiu e ela é mesmo tão maluca quanto as pessoas acham que ela seja, ela tinha esses rabos-de-cavalo malucos no cabelo e ficava pulando pra lá e pra cá e a gente tinha se destruído no palco, mas estávamos sentados naquele sofá, aquele sofá famoso que tinha lá, era um sofá muito feio e eu ficava imaginando quem tinha sentado lá, porque eu estava sentado nos fluídos de alguém, eu estava sentado na nojeira de alguém naquele momento, e do nada vem Björk e eu falo "ah.. oi?" e ela diz "ah, eu amo a sua banda, eu só queria dizer que eu amo a sua banda" e eu disse "você está muito drogada, você tá drogada." E são momentos surreais como esse, que eu julgo pelas pessoas que eu conheci naquela turnê. Eu conheci Jerry Only do Misfits, ele levou os filhos pro show e é um dos caras mais legais do mundo, uma das pessoas mais legais que eu já conheci e ele estava lá, não tinha feito um show em meses e estava todo vestido com coisas do Misfits, e o filhinho dele olhava pra gente e nós estávamos surtando olhando pro Jerry. Eu julgo pelas pessoas que eu conheci mesmo. Anthrax, Metallica, eu conheci o Metallica pela primeira vez na turnê do "Tattoo The Earth", e era como ser uma criança e me lembrar de quando eu era um fã, porque eu não daria a menor importância em conhecer esse pessoal antes, e eu estava ali, conhecendo essas pessoas e estava tendo a chance de ver essas pessoas e é disso que eu me lembro.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Corey Taylor fala sobre o aniversário de 10 anos do Self-Titled


A Roadrunner Records postou uma sessão de perguntas e respostas com o Corey Taylor onde ele fala sobre o dia 9.9.2009 – o lançamento do 10º aniversário do álbum Self-Titled do Slipknot. Leia abaixo:

Parece que já se passaram 10 anos?

Corey: Bom, definitivamente parece que já foram 10 anos pelos meus joelhos, digamos. E pelo negócio gordo nas minhas costas. [risos] Mas honestamente, não parece. Não parece que estivemos aqui por 10 anos, parecem 10 minutos. Mas você sabe, é sempre bom!

Qual tem sido a motivação/inspiração para manter a banda por tanto tempo?

Corey: Eu acho que a inspiração principal que carrega essa banda cada vez mais longe... você sabe?! Não importa se... não tem que ser uma coisa ruim! Nós só continuamos juntando os pontos de tudo: musicalmente, visualmente, artisticamente, emocionalmente. Ir além sempre foi a nossa meta, porque não existem bandas o suficiente que também fazem isso, você sabe. Então a inspiração principal dessa banda é só fazer isso.

Alguns de vocês 9 estiveram envolvidos em projetos paralelos durante esses anos. O quanto isso foi importante para a longevidade e criatividade da banda, no geral?

Corey: Eu acredito que outros projetos são na verdade muito importantes para a criatividade da banda. Eu acredito que, outras bandas nos permitem trazer elementos novos, e eles nos dão a coragem para tentar coisas diferentes, o que é o que faz dessa banda tudo que ela é. E ainda mais, por um ponto de longevidade, isso dá a nossa carreira uma chance de respirar, e isso deixa as pessoas animadas para quando nós voltamos. Então, para mim, eu acho que outros projetos realmente enriquecem o que nós fazemos, porque nos mostra o potencial que podemos conseguir quando voltamos todos juntos como o Slipknot.

Alguns críticos (particularmente lá atrás nos primeiros anos da banda) acusaram o Slipknot de usar as máscaras, as roupas, e os números como nada mais do que um golpe de marketing. Você tem algo a dizer para essas pessoas agora?

Corey: Bem, para todos esses críticos que meio que acusaram-nos ou foram um pouco rudes demais com seus julgamentos sobre a banda nos primeiros anos – é, sim, é claro, as máscaras chamam atenção, mas sabe qual é a real? A música continua aí. Se a música fosse um lixo, nós não teríamos o tanto de fãs que temos, então, bem na sua cara, seus críticos! E essas calças ficam horríveis em você! [risos]

No Download Festival 2009, você disse ao público que comandar no Donington Park era um sonho realizado e o topo da carreira para a banda. O Slipknot pode ultrapassar essa marca?

Corey: Até onde o ultrapassar vai, você sabe, comandar o Download – ah, cara, aquilo foi... aquilo foi um sonho tão realizado, que agora nós teríamos de tocar em Marte, cara! Honestamente, e eu digo, nós teríamos de ser os principais em Marte, com o Devo ou algo do tipo; esse é o meu único pensamento que faz sentido. [risos] Ou, começar tudo denovo completamente – com o próximo álbum, tudo que faríamos é tocar em pequenas casas de show, você sabe, lugares para 200 pessoas, e trabalhar pra chegar no topo mais uma vez. Comandar alguma tenda no Download – como a tenda disco, a silenciosa tenda de disco, na verdade! O que é bem estranho pra mim. Eu nunca vou entender isso, é como assistir zumbis dançando com fones de ouvido, é medonho! [risos] Mas essa é a única coisa que faria sentido pra mim – seria começar tudo denovo. Pra onde iríamos, também? Eu digo, tirando o Hyde Park, ou, Glastonbury, eu digo, é bem meio que... o Download é, sem dúvida, ele é o topo da montanha.

Recentemente você foi um dos apresentadores do Kerrang! Awards. Como foi?

Corey: Apresentar o Kerrang! Awards foi tão legal! Primeiro de tudo, minha roupa era demais! Eu não sei se você viu, mas o meu traje era formidável, e eu digo no sentido literal! Hum, ter apresentado junto ao Scott [Ian, do Anthrax] foi um imenso prazer. Eu e Scott nos conhecemos a um bom tempo, e nós somos muito amigos, e quando tivemos essa oportunidade de fazer isso juntos, nos aceitamos na hora! Nós amamos ver a audiência ficando cada vez mais impressionada como se nós fossemos reis! E também foi muito divertido filmar com o Slipknot quando ganhamos os prêmios, foi muito bom, cara! Eu vou me lembrar daquela noite por um bom tempo, ou pelo menos até a ressaca passar! [risos]

sábado, 5 de setembro de 2009

Corey Taylor fala sobre o aniversário de 10 anos do Self-Titled





A Roadrunner Records postou uma sessão de perguntas e respostas com o Corey Taylor onde ele fala sobre o dia 9.9.2009 – o lançamento do 10º aniversário do álbum Self-Titled do Slipknot. Leia abaixo:

Parece que já se passaram 10 anos?

Corey: Bom, definitivamente parece que já foram 10 anos pelos meus joelhos, digamos. E pelo negócio gordo nas minhas costas. [risos] Mas honestamente, não parece. Não parece que estivemos aqui por 10 anos, parecem 10 minutos. Mas você sabe, é sempre bom!

Qual tem sido a motivação/inspiração para manter a banda por tanto tempo?

Corey: Eu acho que a inspiração principal que carrega essa banda cada vez mais longe... você sabe?! Não importa se... não tem que ser uma coisa ruim! Nós só continuamos juntando os pontos de tudo: musicalmente, visualmente, artisticamente, emocionalmente. Ir além sempre foi a nossa meta, porque não existem bandas o suficiente que também fazem isso, você sabe. Então a inspiração principal dessa banda é só fazer isso.

Alguns de vocês 9 estiveram envolvidos em projetos paralelos durante esses anos. O quanto isso foi importante para a longevidade e criatividade da banda, no geral?

Corey: Eu acredito que outros projetos são na verdade muito importantes para a criatividade da banda. Eu acredito que, outras bandas nos permitem trazer elementos novos, e eles nos dão a coragem para tentar coisas diferentes, o que é o que faz dessa banda tudo que ela é. E ainda mais, por um ponto de longevidade, isso dá a nossa carreira uma chance de respirar, e isso deixa as pessoas animadas para quando nós voltamos. Então, para mim, eu acho que outros projetos realmente enriquecem o que nós fazemos, porque nos mostra o potencial que podemos conseguir quando voltamos todos juntos como o Slipknot.

Alguns críticos (particularmente lá atrás nos primeiros anos da banda) acusaram o Slipknot de usar as máscaras, as roupas, e os números como nada mais do que um golpe de marketing. Você tem algo a dizer para essas pessoas agora?

Corey: Bem, para todos esses críticos que meio que acusaram-nos ou foram um pouco rudes demais com seus julgamentos sobre a banda nos primeiros anos – é, sim, é claro, as máscaras chamam atenção, mas sabe qual é a real? A música continua aí. Se a música fosse um lixo, nós não teríamos o tanto de fãs que temos, então, bem na sua cara, seus críticos! E essas calças ficam horríveis em você! [risos]

No Download Festival 2009, você disse ao público que comandar no Donington Park era um sonho realizado e o topo da carreira para a banda. O Slipknot pode ultrapassar essa marca?

Corey: Até onde o ultrapassar vai, você sabe, comandar o Download – ah, cara, aquilo foi... aquilo foi um sonho tão realizado, que agora nós teríamos de tocar em Marte, cara! Honestamente, e eu digo, nós teríamos de ser os principais em Marte, com o Devo ou algo do tipo; esse é o meu único pensamento que faz sentido. [risos] Ou, começar tudo denovo completamente – com o próximo álbum, tudo que faríamos é tocar em pequenas casas de show, você sabe, lugares para 200 pessoas, e trabalhar pra chegar no topo mais uma vez. Comandar alguma tenda no Download – como a tenda disco, a silenciosa tenda de disco, na verdade! O que é bem estranho pra mim. Eu nunca vou entender isso, é como assistir zumbis dançando com fones de ouvido, é medonho! [risos] Mas essa é a única coisa que faria sentido pra mim – seria começar tudo denovo. Pra onde iríamos, também? Eu digo, tirando o Hyde Park, ou, Glastonbury, eu digo, é bem meio que... o Download é, sem dúvida, ele é o topo da montanha.

Recentemente você foi um dos apresentadores do Kerrang! Awards. Como foi?

Corey: Apresentar o Kerrang! Awards foi tão legal! Primeiro de tudo, minha roupa era demais! Eu não sei se você viu, mas o meu traje era formidável, e eu digo no sentido literal! Hum, ter apresentado junto ao Scott [Ian, do Anthrax] foi um imenso prazer. Eu e Scott nos conhecemos a um bom tempo, e nós somos muito amigos, e quando tivemos essa oportunidade de fazer isso juntos, nos aceitamos na hora! Nós amamos ver a audiência ficando cada vez mais impressionada como se nós fossemos reis! E também foi muito divertido filmar com o Slipknot quando ganhamos os prêmios, foi muito bom, cara! Eu vou me lembrar daquela noite por um bom tempo, ou pelo menos até a ressaca passar! [risos]

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Leia na integra uma Entrevista com Corey Taylor para Kerrang



Esse é quem eu sou: Corey taylor #8#
Kerrang Radio conduziu recentemente uma entrevista com Corey Taylor. Na entrevista de 17 minutos, que está disponível para download clicando aqui, fala # 8, sobre a vida, sua vida pessoal e muitas outras coisas interessantes.
Corey Taylor é provavelmente mais conhecido por usar uma máscara que iria enviar a maioria de crianças correndo para casa de seus pais e seus vocais guturais que ajudaram a ganhar ele e sua banda Slipknot três Top 10 álbuns. Sua ruptura veio depois que ele foi abordado por membros Slipknot e pediu para se juntar a banda enquanto ele estava trabalhando em uma "loja de entretenimento adulto", embora também ainda tocando com sua outra banda Stone Sour. Mal sabia ele no momento em que ele iria juntar-se uma das mais-a-ser maiores bandas de metal do século 21 até agora. Não é toda a planície foi de vela para Corey, porém, com ter que se deslocar constantemente como uma criança conduzindo finalmente a uma batalha desagradável com drogas e alcoolismo, que deixou o sentimento suicida.

Kerrang!: Quem são as pessoas em sua vida que fizeram você que está hoje?

Corey Taylor: O pessoal de pessoas em minha vida que me fizeram quem eu sou são uma mistura de família e os amigos realmente. Eu não sabia muito da minha família quando eu era criança, eu sabia que minha mãe de lado, mas eu não sabia lado do meu pai porque eu não cresci com meu pai.

Acho que a influência mais forte que eu tinha era minha avó, na verdade, a minha avó Thelma, que incutiu em mim a minha ética de trabalho, a minha atenção para seus entes queridos. Ela era realmente a minha boa mãe, eu amo minha mãe, mas foi uma maneira tão insana para crescer, apenas brutalmente por todo o lugar. Minha avó era a minha rocha, ela era minha fundação, ela era minha estabilidade, ela era minha casa segura. Que realmente tinha um monte de impacto sobre mim, especialmente a crescer, e até hoje. Minha avó é tão porcas, ela se retira de um lugar depois de ter trabalhado lá por 25 anos, leva um ano fora, fica entediado, vai voltar a trabalhar em um lugar completamente diferente e já trabalhava há quase 20 anos! Eu sou como, "o que você está fazendo? Você mal consegue andar, mas agora você ainda está trabalhando, você está fora de sua mente? "Isso para mim, isso é grande.

Eu acho que um monte de amigos que eu tinha quando eu acertar 20, esses são os meus amigos do núcleo. Meu melhor amigo Danny, um grande amigo meu, Jeff, essas são as pessoas, quando eu estava realmente tentando me encontrar eu encontrei eles e muito bem a minha mente aberta para tudo. Eu era como uma pequena, pequena bomba nuclear apenas esperando para sair e quando eu os encontrei, eu encontrei a minha tribo basicamente. Estávamos todos na mesma música louca, fomos todos para o mesmo fascínio com a música e cultura, e realmente prontos para ser lendas antes tínhamos feito nada para ser devidamente lendas. Foi um momento fantástico na minha vida, foi provavelmente a momentos mais felizes da minha vida. Então eu acho que entre essas duas ... e só ao longo dos anos tentando descobrir a mim mesmo, que é realmente isso que eu sou o caminho, eu sou.

K!: Sua mãe sempre você e sua irmã sozinha, e tinha que se deslocar muito quando você era jovem. Como é que esta constante que se deslocam de um lugar para outro (25 estados na época ele tinha 15 anos) afetam a sua infância? Será que a mudança permitirá que você faça muitos amigos, como uma criança?

CT: Eu tive um momento absolutamente terrível tentando fazer amigos como eu estava crescendo, porque não se mover muito. Mas por causa da minha personalidade, que é a síndrome da classe palhaço, o extrovertido, o "Ei, eu vou tomar minhas calças para quarto!" Eu era o cara e ele trabalhou em alguns lugares e não tanto trabalho em outros. Lembro-me de um período de um ano que nos mudamos quatro vezes, eu fui a três diferentes escolas secundárias, eu estava em três escolas diferentes para a 7 ª série. Eu era um idiota em um, eu era uma lenda no meio, e então eu era apenas um invisível no passado, foi um ano estranho.

Eu estava realmente muito em drogas e que era a única coisa que foi até lá, era a única coisa que era constante. Então lá estava eu, cerca de 14 anos, e eu tinha ido de baixo para cima de nada. Lembro-me de ir ", é esta vida que é? É isto realmente, é isso que eu tenho de olhar para frente? "Felizmente eu descobri não, não, mas é apenas estranho assim quando você é movido, quase como uma peça de xadrez, que você realmente não tem algum tempo para encontrar as raízes ou descobrir que a estabilidade que eu costumava inveja em muita gente.

Mas o resultado positivo no que é que eu não seria quem sou hoje se não fosse para todas as estradas e todos aqueles momentos de loucura em minha vida onde eu estava literalmente pendurado para a cara vida, eu não seria eu. Crescendo como o que foi difícil no momento, mas eu não iria mudar.

K!: Seu pai abandonou sua mãe antes de você nascer. Você se reuniram com ele depois de sua ex-mulher seguiu-o com um investigador particular. Como foi encontrá-lo pela primeira vez?

Direito CT: Reunião meu pai pela primeira vez, foi pesado. I damn near amassado, vamos colocar dessa maneira, eu quase entrou em colapso. Primeiro de tudo, eu estava nervoso. Foi um daqueles momentos que eu tive com minha ex-mulher, onde eu estava feliz que ela estava lá, era um dos poucos momentos em que ela entendeu. Nós voamos para San Diego e eu me lembro de condução lá e sendo assim, "o que vou dizer? O que eu vou fazer? "Porque antes que nós só falou duas vezes sobre o telefone ea primeira vez que falei com o meu pai estava no Brasil e eu comecei literalmente balling. Conversamos por 45 minutos e nós dois estávamos tão emocional sobre ele. Em que 45 minutos, muitos de meus equívocos ou noções queimado, logo ali. Eu pensei, oh meu deus, todas essas coisas que eu pensei que eu conhecia eram suposições, estes não foram os fatos, são suposições. Assim, a reunião ele foi ainda melhor. Meu pai foi provavelmente o maior coração que eu já conheci, e sua esposa Anna, eles estão duas das pessoas mais maravilhosas do planeta e é só uma pena que eu não consegui vê-los mais do que eu.

Mas ele abriu a porta para me mentalmente para repensar um monte de coisas e fez-me pronto para explorar o que é ser uma pessoa diferente. Assim, muitas pessoas se limitam a exploração em que a bagagem, eles se fecham nos joelhos e para mim, encontro meu pai e vendo como ele estava, e vendo que do outro lado de onde eu vim, me permitiu ascender espiritualmente. Não para obter todas as hippy ou nada, mas você não pode realizar o seu potencial, a menos que se deixe perceber seu próprio potencial, e isso é o que eu realmente tirou de descobrir o meu pai.



K!: Você pode nos contar sobre quando você primeiro realizado na festa na casa de seu primo, de 9 anos?

CT: A primeira música que eu já realizado, e foi honestamente por acidente, eu estava no meu primo, eu acho que foi um aniversário, e toda a família estavam todos pendurados em volta da mesa da cozinha. Estávamos em seu quarto, apenas ouvindo música. Ela era um par de anos mais velho que eu, então ela virou-me a muita música. Estávamos ouvindo Separate Ways por Journey em um álbum de vinil. Eu estava cantando junto e ela foi lenta mas seguramente, transformando a música se e ouvir-me cantar, e ela parou e ela vai, "você vem comigo agora." E eu era como, "o quê?" Ela me põe em o canto da sala, reúne toda a família e diz: "Você tem que ouvir isso, isso é fantástico!" Ela me fez cantar a capella. Eu era como, "não". O quê? Não. O que? Não! "Se isso não quebrar o seu medo, eu não sei o que faz! Você pode agradecer Steve Perry para todas as músicas e música Slipknot Stone Sour!

K!: Você foi morar com sua avó, que despertou seu interesse em cantar com o seu amor de Elvis Presley. Como ela lhe ajudar?

CT: A minha avó em um monte de maneiras realmente ajudaram a moldar o meu gosto musical. Ela havia literalmente centenas de Elvis 8 faixas - que as pessoas provavelmente nunca ouviu falar - mas ela tinha caixas dessas coisas e me lembro meu estéreo primeira foi na verdade o aparelho de som só que ela já teve e que tinha um toca-discos e um 8 -faixa jogador, assim que eu realmente comecei a ouvir um monte de Elvis, quando eu era mais jovem. Quando fui morar com ela que eu herdado os assim que eu estava excitado, eu estava como, "Olhe todos estes 8 Elvis-tracks! Woohoo! "Mas ela tinha um monte de vinil também, eu me lembro ouvir o Statler Brothers, quando eu era criança. Minha avó era um país grande fã, então cresci em um lote do país, foi Iowa. Lembro-me de ouvir Statler Brothers, os meninos de Oak Ridge, eu era o maior fã de Elvira, você está brincando comigo? Essa música foi fantástico!

Mas depois a minha mãe era fã de discoteca enorme, e isso é meados dos anos 80, anos 80, então eu tinha todas vinil deste disco. Meus amigos vinham e eles seriam do tipo: "Por que você tem o Village People?" E eu sou como, "I don't know, it's just in com meus registros!"

Não foi até que comecei a pesquisar música para fora no meus próprios que eu comecei a perceber que meus gostos eram. Minha mãe escutou muita Motown por isso gostaria de comprar fitas de compilação e coisas assim, mas o primeiro álbum que eu sempre recebido como um presente que eram novos, a minha avó me comprou Somewhere in Time do Iron Maiden, e Girls, Girls, Meninas do Mötley Crüe, assim que aquelas eram minhas primeiras duas fitas e memorização não só as notas do forro e da música, mas tudo porque você cresceu com a MTV, na época podia-se ver essas bandas, estas foram minhas bandas. Isso levou-me à Santíssima Trindade, Slayer, Metallica, Anthrax e, em seguida, que o leva a Megadeth, Testament. Então, eu estava saindo de pessoas referindo-me à música e fui encontrar a minha própria música, com um monte de punk jogado em várias das babás, que provavelmente não eram as melhores pessoas para me deixar com o!

K!: Stone Sour foi a banda onde você fez o seu primeiro sucesso inicial, o que você favorito memórias desse tempo?

CT: Minhas lembranças favoritas de Stone Sour foram o primeiro casal do ano. Foi tudo de exploração, tudo era novo. Foi a primeira banda que eu realmente cortar os meus dentes a escrever canções com, foi a primeira banda que eu joguei com shows ao vivo, foi a primeira banda que saiu e percorreu diversas cidades com, eu era jovem e fora da minha mente ! Eu tinha longos cabelos loiros, provavelmente eu pesava 140 £ molhada e eu só pensei que eu era a coisa mais quente de sempre! Foi muito divertido embora! Mas ela me ensinou muito, não era mesmo como se fosse trabalho, eu vivi para tocar música. Lembro-me de um ano apenas parar e dizendo que eu estou indo viver fora o dinheiro que estamos fazendo fora Stone Sour, que não era muito - eu era capaz de comprar cigarros e bebida! That's about it! Agradeço a Deus por avós, porque ela me mantiveram alimentados.

Mas minhas memórias favoritas eram de apenas, tudo era novo, não havia nada que nós não poderíamos fazer, não havia nada que eu não iria tentar no palco. Eu lembro que ele me ensinou que eu amava ele, ele me ensinou que eu adorava o trabalho. Lembro-me que iria sair e que iria jogar por semanas em um tempo fazendo um conjuntos de 3 horas de cobre, porque isso é exatamente o que você tinha que fazer, e nós descobrimos que eram realmente bons. Isso é outra coisa, ele me ensinou que eu era realmente bom no que faço e das pessoas, eles entraram, nós trouxe alguma coisa nas pessoas. Foi fantástico. Eu não tenho arrependimentos sobre esses dois primeiros anos, eu ouvir algumas das coisas que para trás e eu sou assim, bom senhor, é tão datada! Mas ao mesmo tempo que era apenas como um tratamento para ser capaz de escrever uma canção e, em seguida, jogá-lo para as pessoas.

K!: Após o Stone Sour, Slipknot você juntou, e teve o maior sucesso incrível com eles. Estavam lá todos os amigos que guiou você através de que, a partir de uma faixa para o outro?

CT: Bom, eu me lembro quando me perguntou. Quando saí de Stone Sour para participar Slipknot pediram-me às quatro da manhã no sex shop, eles entraram e nem sequer vêm até a mim, eles caminharam em torno da loja. Eu sei que há toda essa lenda sobre como eles ameaçaram me matar se eu não aderir, o que é bobagem, deixe-me dizer-vos! Eles estavam com muito medo de falar comigo, e isso é de coração, que é tão real. Eles caminharam em torno da loja olhando para cada caixa que podiam, e eu estou sentado no balcão apenas vê-los ir, o que está acontecendo aqui? Em primeiro lugar, porque eles estão aqui? Eu nunca vejo esses caras juntos, e eles vêm para cima e palhaço, que Deus o abençoe, diz, "você sabe cara, eu estou indo só para colocá-lo lá fora." Foi adorável, eu estava nervoso no início, meu cérebro foi gritando sim! Mas a minha boca era como, "você sabe o quê, eu vou tentar, eu vou tentar." Porque você tem que perceber que era um tal salto, Stone Sour, ao mesmo tempo era muito hard rock, mas eu não gritar com todos, tudo era melódico, era tudo sobre o bom hard rock. Isto está a entrar numa banda de metal onde não havia limites e, obviamente, eu queria fazer isso, mas ainda havia aquela coisa na minha cabeça que era assim, vamos testá-lo e vamos ver o que acontece.

Na noite seguinte, me lembro agarrando o meu melhor amigo Denny - estávamos realmente mantê-lo no DL, mesmo a nível local - Peguei ele e eu era como, "Cara, eu só tenho pediu para juntar-se Slipknot." E ele começou freaking para fora, era como, "você tem que fazer isso! Você tem que fazer isso! "E o resto é história realmente.

K!: Você estava bebendo muito durante este período, a partir do meio-dia até a noite, acabou levando a sua tentativa de suicídio, no Hotel Hyatt, em 2003. Você pode nos dizer o que aconteceu?

CT: Se eu tivesse um fundo, que foi ao fundo. Após o sucesso inicial do Slipknot, há pontos muito altos, mas em 2003 houve um ponto definido baixa acontecendo. Eu tenho chegado ao ponto onde eu não estou culpando ninguém, porque eu me deixei chegar lá também, mas eu definitivamente tinha um problema com a bebida do momento. Mas o álcool não era a questão, foi a questões acontecendo na minha vida. Obviamente, não foi o incidente no Hyatt, na Sunset, que me lembro vividamente. Foi logo antes de desmaiar, eu lembro que na varanda de pé, pronto, e que Deus abençoe meu amigo Tom Hazar (sic) - se ele não estivesse lá, não estaríamos tendo essa conversa hoje.

Você se deixe ir, você permita-se chegar a um ponto, como eu disse antes, quando você sente que nada vai mudar. Mas você passar por esses problemas e você perceber, você sabe, eu posso mudar essas coisas, eu posso mudar tudo o que está acontecendo comigo. E isso foi quando eu comecei a tomar os primeiros passos hesitantes longe disso. Eu tive que ir deixar a bebida por um tempo e realmente focar em mim, voltar a me concentrar em mim mesmo e alguns anos mais tarde, e várias mudanças e aqui estou, espero que para melhor. É um grande sentimento de saber que você está no controle de seu próprio destino.

K!: Você teve seu primeiro filho em 1992 e seu segundo em 2002 - como é a vida longe da banda?

CT: Eu sou provavelmente o maior impulso ao longo do planeta. Quando se trata de meus filhos, eu os amo e eu tento ser firme, mas eu só tenho uma hora tão grande com eles, meus filhos são mágicos para mim. É uma coisa tão grande para poder ser um pai e que a grande coisa é que eu não tive nenhum modelo, eu não tinha nada para se referir, não pude ser como, "bem o meu pai era assim." Para mim é tudo novo e eu não tenho medo de aceitar conselhos de outras pessoas quando se trata de meus filhos. Acho que me dá uma mente aberta quando se trata de que, isso não significa que eu não me estresso mais sobre as coisas que eles fazem, mas os pais de um stand-point, eu mataria para os meus filhos. Nós apenas os levou para a Disneylândia cerca de uma semana atrás e que tinha o melhor tempo, e foi a primeira vez que eu tinha tido tanto dos meus filhos comigo, indo em umas férias assim. Yhey tinha uma tal explosão que chegamos em casa e eles foram esgotados, eles foram direto para a cama. Eu me sinto muito sortudo que eu estou onde estou.

crisknot:Entrevista muito legal !!